“A religião de Muhammad será o sistema sobre o qual a paz e o contentamento serão obtidos.
O mundo hoje está urgentemente necessitado de um homem como Muhammad para solucionar os seus complexos problemas”
Sir George Bernard-Shaw
O Profeta sob a Ótica dos Intelectuais do Ocidente.
A seguir são relatadas algumas observações sobre o Profeta Muhammad feitas por famosos pensadores ocidentais da era moderna.
Eu gostaria de conhecer o melhor da vida daquele que exerce hoje uma inegável influência sobre os corações de milhões de pessoas. Mais do que nunca eu estou convencido de que não foi a espada que ganhou um lugar para o Islam naqueles tempos, mas sim a rígida simplicidade, a absoluta humildade do Profeta, o seu meticuloso respeito pelos compromissos contraídos, a sua intensa devoção com os amigos e seguidores, a sua intrepidez e a sua absoluta confiança em Deus e em sua missão. Isso e não a espada removeu todos os espinhos diante deles e superou todos os obstáculos. Quando eu fechei o segundo volume (da biografia do Profeta) eu lamentei o fato de não haver nada mais para ler acerca daquela gloriosa vida.
Mahatma Gandi, declaração publicada em “Young India”, 1924.
Não há duvida nenhuma de que o Profeta Muhammad foi um grande reformador que prestou um magnífico serviço à humanidade. É uma honra suficiente dizer que ele guiou toda uma nação à luz da verdade e fez com que ela se inclinasse em direção da estabilidade, da paz e da opção de um estilo de vida ascético. Ele proibiu o derramamento de sangue e o sacrifício de humanos (para ídolos). Ele lhes abriu as portas para a prosperidade e o civismo. Isso constitui um grande feito que só pode ser empreendido por uma poderosa personalidade. Um homem como esse é digno de respeito e honra.
O Renomado escritor russo Conde Leo Nicolaievich Tolstoi
A minha escolha de Muhammad (570-630) para liderar a lista das personalidades mais influentes do mundo talvez surpreenda alguns leitores e talvez seja questionado por outros. No entanto, ele foi o único homem na história a ser plenamente bem-sucedido tanto no nível secular quanto no religioso. É provável que a influência relativa de Muhammad sobre o Islam tenha sido maior que a influência conjunta de Jesus Cristo e São Paulo sobre o Cristianismo... É o ineditismo dessa combinação de influência religiosa e secular que, no meu entender, capacita Muhammad a ser considerado a mais influente figura da história da humanidade.
Michael H. Hart: “As 100 pessoas mais influentes da História”, Nova York, 1987.
Nenhuma outra religião na história se propagou tão rapidamente quanto o Islam. O Ocidente acreditou por um longo tempo que a expansão dessa religião se tornou possível pelo uso da espada. Entretanto, nenhum escolástico moderno aceita mais essa idéia e o Alcorão tem sido explícito no seu apoio à liberdade de consciência.
James Michener “Islam: A Religião Incompreendida”, Reader’s Digest, Maio de 1953, pp 68-70.
Eu tenho a religião de Muhammad na mais alta estima, por força da sua impressionante vitalidade. Ela me parece ser a única religião capaz de se ajustar às vicissitudes da vida e de ser apropriada a todas as épocas. Eu tenho estudado a vida deste homem fascinante e acredito que ele merece ser chamado de o salvador da raça humana.
Se alguma religião tiver a chance de governar a Inglaterra ou mesmo a Europa nos próximos séculos, ela poderia muito bem ser o Islam.
Eu creio que se um homem como ele fosse assumir a liderança do mundo moderno, ele conseguiria solucionar os seus problemas dum modo que lhe trouxesse a tão necessária paz e felicidade. Eu tenho profetizado acerca da religião de Muhammad, que ela se tornará aceitável na Europa de amanhã assim como ela já está começando a ser na Europa de hoje.
Sir George Bernard Shaw “O Islam Genuíno”, vol. 1, n. 8, 1936.
A Europa tem percebido agora a sabedoria de Muhammad e desenvolvido uma paixão pela sua religião. Isso irá isentar também a doutrina islâmica de todas as falsas acusações inventadas pelos europeus da Idade Média. A religião de Muhammad será o sistema sobre o qual a paz e o contentamento serão obtidos. Através da sua Filosofia, a Europa derivará a solução para as suas dificuldades, perplexidades e seus problemas... Vários compatriotas meus, assim como outros europeus, veneram os ensinamentos do Islam. Com efeito, eu confirmo a minha profecia, dizendo que os primeiros indícios do Islam Europeu estão próximos e são inevitáveis.
Sim, o mundo hoje está urgentemente necessitado de um homem como Muhammad para solucionar os seus complexos problemas.
Sir George Bernard-Shaw
Muhammad, o Mensageiro do Islam, exibiu na maior parte da sua vida, senão em toda ela, uma admirável moderação. Sua vitória final aponta para uma grandeza de caráter raramente encontrada na história. Ele instruiu o seu exército a dar refúgio aos fracos, a idosos, a crianças e a mulheres e admoestou contra a derrubada de árvores frutíferas. Ele os instruiu a não desembainharem as suas espadas senão em casos excepcionais. Aliás, dizem que ele costumava repreender os seus generais e corrigir os seus erros pessoalmente.
O Orientalista Emil Dirmargen, “A Vida de Muhammad”.
Muhammad, o Mensageiro do Islam, possuía nobres virtudes como, por exemplo: gentileza, bravura e a mais nobre conduta. A pessoa não era capaz de aquilatar o seu valor sem ser afetado por esses atributos. Muhammad ganhou a inimizade da sua família e da sua tribo por vários anos sem perder a força e a determinação. Sua nobreza era tão grandiosa que ele nunca era o primeiro a recolher a sua mão quando trocava um aperto de mão com alguém, ainda que esse alguém fosse uma criança. E ele nunca passava por um grupo de pessoas, homens ou crianças, sem dispensar-lhes um cumprimento de paz, sorrindo docemente durante todo o tempo e proferindo belas palavras, encantando aquele que o ouvisse e conquistando o seu coração.
O Orientalista inglês, Hollen Paul.
O Islam é uma religião extremamente racionalista, no sentido mais lato do termo, tanto etimologicamente quanto historicamente... os ensinamentos do Profeta e os do Alcorão têm invariavelmente se mantido como o ponto de partida fundamental e o dogma da unicidade de Deus sempre foi proclamada neles com uma grandeza, uma majestade, uma pureza invariável e com um tom de convicção inequívoca, que dificilmente é encontrada fora dos limites do Islam... Um credo tão preciso, tão destituído de toda e qualquer complexidade teológica e, conseqüentemente, tão acessível ao intelecto da pessoa comum é passível de possuir e, realmente possui, um incrível poder de conquistar um lugar dentro da consciência humana.
T. W. Arnold “A Pregação do Islam”, Londres, 1913.
Muhammad era simples e moderado no que concerne a sua residência, nos seus alimentos, nas suas vestimentas e no resto da sua vida. Sua comida consistia principalmente de pão, tâmaras e água. Freqüentemente, ele remendava as suas próprias roupas. O que pode ser mais digno do que isso? Aclamem Muhammad, o Profeta do alimento e da indumentária toscos, que perseverou, que era ativo durante o dia e desperto durante a noite e persistente na disseminação da religião de Allah. Ele não era daqueles que cobiçavam as coisas que geralmente as pessoas cobiçam, tais como posição, império e poder. Ele é verdadeiramente o Profeta das virtudes sublimes.
Uma grande e silenciosa alma, um homem daqueles que não conseguem ser outra coisa senão sincero. A sua missão era a de iluminar o mundo, pois o Criador do mundo assim ordenou.
As mentiras que muito zelosamente foram criadas em torno deste homem são infames somente para nós próprios.
O filósofo inglês, Tomas Carlyle, “Heróis, Adoração de Heróis e o Heróico da História”, 1840.
A História deixa claro, porém, que a lenda de muçulmanos fanáticos conquistando através da espada e forçando o Islam sobre os povos conquistados sob a ponta de uma espada é um dos mitos mais absurdos que os historiadores já repetiram.
De Lacy O’Leary “O Islam na Encruzilhada”, Londres, 1923.
Nunca um homem se propôs alcançar um objetivo mais sublime, visto que esse objetivo era super-humano; destruir superstições que haviam sido entrepostas entre o homem e o seu Criador, representando Deus como homem e o homem como Deus; restaurar a idéia sagrada e racional da divindade em meio ao caos dos deuses materiais e desfigurados da idolatria até então existentes. Nunca um homem empreendeu uma tarefa tão acima do poder humano com recursos tão escassos, pois ele (Muhammad) não dispunha, nem na concepção e nem na execução de uma empresa tão grandiosa, de nenhum outro instrumento que a si mesmo e de nenhuma outra ajuda senão um punhado de homens vivendo numa região do deserto. E, finalmente, nunca um homem perpetrou uma revolução tão vasta e duradoura no mundo, pois em menos de dois séculos após a sua aparição, o Islam, em fé e em armas, reinou sobre toda a Arábia e conquistou, em nome de Deus, a Pérsia, a Índia Ocidental, a Abissínia, a Síria, o Egito, Espanha, todo o continente conhecido do Norte da África e etc.
Se grandeza de propósito, insignificância de recursos e resultados surpreendentes são os três critérios dos gênios humanos, quem poderá comparar qualquer grande homem da história moderna com Muhammad? Os homens mais famigerados criaram apenas exército e império. No máximo, eles criaram nada mais que poderes materiais que na maioria das vezes se desintegraram diante dos seus próprios olhos. Este homem mudou não apenas exércitos, leis, impérios, povos e dinastias, mas milhões de homens de um terço do mundo até então conhecido; e mais que isso, ele mudou os altares, os deuses, as religiões, as idéias, as crenças e as almas... sua indulgência na vitória, sua ambição, que era inteiramente devotada a um único ideal e nunca à consecução de um império; suas intermináveis orações, suas místicas conversações com Deus, sua morte e o seu triunfo após a morte; tudo isso atesta não um embuste, mas uma firme convicção que lhe conferiu o poder para restaurar um dogma. Esse dogma era duplo, a unicidade e a imaterialidade de Deus, o primeiro dizendo o que Deus é e o segundo o que Ele não é.
Filósofo, Orador, Apóstolo, Legislador, Guerreiro, Conquistador de Idéias, Restaurador de Crenças Racionais... O fundador de vinte impérios terrestres e de um império espiritual, este é Muhammad. A julgar por todos os padrões pelos quais a grandeza de um homem é medida, nós perguntamos: existe algum homem maior do que ele?
Alphonse de La Martaine, “História da Turquia”, v, ii, Paris, 1854.
Sua simples eloqüência, tornada impressiva pela expressão de um semblante no qual o excesso de majestade era temperado com uma afável doçura, provocava sentimentos de veneração e de amor. Ele foi presenteado com aquele ar de autoridade dos gênios que influencia o letrado e comanda o iletrado. Como amigo e parente, ele exibia os mais tenros sentimentos da nossa natureza... Com toda essa simplicidade que é tão natural às grandes mentes, ele engendrou os mais humildes serviços cuja singeleza teria sido inútil tentar esconder com uma dicção pomposa; mesmo enquanto Rei da Arábia, ele remendava os seus próprios calçados e roupas de lã, bem como acendia a fogueira. Tâmaras e água eram a sua alimentação habitual e leite e mel, suas extravagâncias. Quando em viagem, ele dividia o pouco que tinha com o seu criado.
John Davenport “Uma Apologia a Muhammad e ao Corão”.
Chefe de Estado e também da Igreja, ele foi César e Papa em um só; mas ele foi Papa sem as vaidades do Papa, e César sem as legiões de César: sem um exército efetivo, sem um guarda-costas, sem um palácio e sem fonte de renda fixa. Se alguma vez existiu um homem que pudesse dizer que governou pelo direito divino, esse homem foi Muhammad, pois ele possuiu todo o poder sem os seus instrumentos e sem os seus benefícios. Ele não se importava com as vestes do poder. A simplicidade da sua vida pessoal estava em consonância com a sua vida pública.
No Maometismo tudo é diferente. Em lugar da obscuridade e dos mistérios, nós temos história... Nós conhecemos a história externa de Muhammad... quanto a sua história interna, depois da sua missão ter sido proclamada, nós temos um livro absolutamente único na sua origem, na sua preservação... numa sólida autoridade sobre a qual ninguém jamais conseguiu levantar uma séria dúvida.
Reverendo Bosworth Smith “Muhammad e Muhammedanism”, Londres 1874
Supor Muhammad um impostor cria mais problemas do que resolve. Ademais, nenhuma grande personalidade da história é tão pobremente apreciada no Ocidente como Muhammad... Se nós desejarmos compreendê-lo de uma vez por todas, nós precisamos não apenas reputar Muhammad com essencial honestidade e integridade de propósito; se nós quisermos corrigir os erros que nós herdamos do passado, nós não podemos esquecer que uma prova conclusiva é uma necessidade muito mais imperiosa que um (mero) lampejo de plausibilidade, o que, numa matéria como essa, só será atingida com muita dificuldade.
W. Montgomery Watt “Muhammad em Meca”,
Oxford
, 1953.
Muhammad, o Mensageiro de Allah, era corajoso durante as batalhas, conferindo força e resistência aos corações dos fracos. Ele era misericordioso para com o fraco e concedia refúgio em sua casa a um grande número de necessitados. Embora ele mantivesse uma aura reverente, ele tinha uma natureza simples desprovida de qualquer afetação. Ele era alegre e fácil de lidar e tinha um temperamento estável, não facilmente alterado por pessoas inquisitivas e sempre mantinha um sorriso na sua face. Não há dúvida de que ele possuía várias virtudes que o tornava atrativo aos seus contemporâneos, mas ele transmitiu àquelas pessoas um sublime exemplo na religião e no campo moral, bem como superou os antigos valores em função dos quais eles estavam sofrendo. Quando ele os reuniu como um único corpo sob o estandarte desse sublime exemplo, ele fez deles uma força que mais tarde estremeceu os alicerces do velho mundo.
Florandes & Marseille, “O Mundo Ocidental”.
O Alcorão é um esplêndido documento humanitário que explica detalhadamente o segredo do comportamento de Muhammad em todos os eventos da sua vida. Nós conseguiremos encontrar dentro dele até mesmo um assunto adicional através do qual nós poderemos seguir o progresso do Islam desde o seu começo e aparição na sua história primitiva. Nós não encontramos algo semelhante nem no Budismo e nem no Cristianismo ou em qualquer outra religião da antiguidade. Essas são as características ímpares do Islam que confirmam e comprovam que esta é a religião completa para a humanidade e que esta é a religião do futuro.
O Orientalista escocês, Ronald A. Nicholson.
Quatro anos após a morte de Justino, em 569, nascia em Meca, na Arábia, o homem que, dentre todos os homens, exerceu a maior influência sobre a raça humana. Ser o chefe religioso de vários impérios, guiar o dia-a-dia de um terço da raça humana, talvez justifique o título de Mensageiro de Deus.
Dr. William Dreper, “História do Desenvolvimento Intelectual da Europa”.
Incidentalmente, esses fatos muito bem estabelecidos refutam a idéia tão amplamente fomentada nos documentos cristãos de que os muçulmanos onde quer que chegavam forçavam as pessoas a aceitar o Islam sob a ponta de uma espada.
Lawrence E. Browne, “As Perspectivas do Islam”.
O grande sucesso da vida de Muhammad foi influenciado pela sua completa força moral.
Não é a propagação, mas sim a permanência dessa religião que é digna da nossa admiração, a mesma pura e perfeita impressão que ele deixou em Meca e em Medina é preservada depois das revoluções de doze séculos pelos prosélitos indianos, africanos e turcos do Alcorão. Os maometanos têm uniformemente resistido à tentação de reduzir o objeto da sua fé e devoção a um nível tangível à imaginação e aos sentidos do homem. “Eu creio em Um Deus e Muhammad é Mensageiro de Deus” é a simples e invariável profissão de fé do Islam. A imagem intelectual da divindade nunca foi degradada por qualquer ídolo visível; a honra do profeta nunca transgrediu o limite da virtude humana e os seus vívidos preceitos restringiram a gratidão dos seus discípulos aos limites da razão e da religião.
Edward Gilbon & Simon Oakley, “História do Império Mouro”, 1870.
O Profeta árabe possuía virtudes pujantes e poderosas e uma personalidade que mensurou, avaliou e analisou cada passo que ele deu nesta vida. Não há absolutamente nenhuma falha no seu caráter. Tendo em vista que nós estamos necessitados de um paradigma completo para satisfazer as nossas necessidades da vida, a personalidade de Muhammad, o Profeta Sagrado, pode exercer essa função. Ele é o espelho que reflete para nós elevada racionalidade, magnanimidade, nobreza, bravura, paciência, ternura, humildade, indulgência, modéstia e todas as virtudes morais... Nós constatamos isso presente na personalidade do Profeta Muhammad de forma bastante explícita.
Lord Hadleigh.
Eu imaginei e orei por quarenta anos para que eu pudesse encontrar a verdade. Eu tenho que confessar que a minha visita ao oriente islâmico me imbuiu de respeito pela serena fé (islâmica) que induz o indivíduo a adorar a Deus por toda a sua vida e não apenas aos domingos. Eu sou eternamente grato a Deus por ter me guiado ao Islam que acabou se tornando uma firme realidade no meu coração e me fez alcançar a felicidade e a tranqüilidade que não era alcançada anteriormente. Eu estava numa caverna escura e, então, o Islam me tirou de lá e me colocou numa extensa região iluminada pelo sol e eu comecei a sentir a pura e fresca brisa do mar.
Lord Hadleigh
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